Biblioteca João Freire Medeiros recebe estudantes por meio do projeto TRT na Escola
A Biblioteca João Freire Medeiros recebeu, estudantes das escolas IFMA Bacanga, CE Jackson Lago, IEMA Barjonas, CE Manoel Beckman e IEMA Paço do Lumiar, por meio do projeto TRT na Escola, desenvolvido pela Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (Maranhão).
Durante as visitas, a apresentação do espaço e a orientação sobre a biblioteca foram realizadas pela bibliotecária Mary Rose Viana Machado e pelo servidor Fernando Boucinhas de Castro Lima, com a colaboração do servidor Marconi Cláudio de Campos Santos e das estagiárias Elisa Pereira Baldez, Lorena do Nascimento Silva e Mirele Paz da Silva, que guiaram os estudantes sobre o funcionamento do local.
Além de conhecerem o espaço físico da Biblioteca, os estudantes puderam esclarecer dúvidas e conversar sobre temas relacionados ao mundo do trabalho. A atividade proporcionou um momento de troca de experiências e reforçou a importância do acesso à informação como ferramenta de cidadania. O projeto apresenta, de forma acessível, conceitos básicos do Direito do Trabalho e reforça a importância da proteção aos direitos da criança e do adolescente.
O projeto é direcionado, prioritariamente, aos estudantes da rede pública de ensino, com o objetivo de ampliar o acesso à informação e contribuir para a formação cidadã de crianças e adolescentes.
O planejamento para 2026 já está definido, com a seleção prévia das escolas participantes, assegurando a continuidade das atividades ao longo do ano letivo.
As escolas que possuem interesse em participar do projeto TRT na Escola devem entrar em contato com a Escola Judicial TRT-16 pelo telefone (98) 21099390, pelo e-mail escolajudicial@trt16.jus.br ou pelo email da Biblioteca sid@trt16.jus.br no horário de 8h às 15h, de segunda a sexta-feira.
TRT na Escola
O Projeto TRT na Escola é uma iniciativa da Escola Judicial do TRT-16, voltado às escolas públicas, com o objetivo levar noções básicas de Direito do Trabalho, trabalho infantil, trabalho análogo ao escravo e trabalho seguro às instituições de ensino. O projeto permite maior aproximação do Poder Judiciário e do Ministério Público do Trabalho com a sociedade e rompe barreiras culturais que dificultam a efetivação dos direitos da criança e do adolescente.
