TRT-16 desenvolve projeto “Vitrine do Tempo” para preservar e divulgar memória institucional

quarta-feira, 27 de Agosto de 2025 - 11:55

O Setor de Gestão Documental e Memória do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (Maranhão) está desenvolvendo o projeto “Vitrine do Tempo”, uma iniciativa que é voltada para a valorização e divulgação do acervo histórico do Centro de Memória e Cultura (CEMOC). A proposta busca explorar e compartilhar, com os públicos interno e externo, itens que compõem a história da Justiça do Trabalho no Maranhão.

O projeto contempla a exposição de mobiliário histórico, itens documentais, prêmios recebidos pelo TRT-16, entre outros objetos significativos que integram o acervo institucional.

Inicialmente, são descritos os momentos e documentos históricos. Todo o trabalho desenvolvido pelo Setor de Gestão Documental e Memória é alinhado à Resolução nº 324/2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e à Política Nacional de Gestão Documental e Memória da Justiça do Trabalho.

As ações do projeto estão sendo divulgadas por meio das redes sociais do TRT-16, com postagens que apresentam peças do acervo, fotos históricas e informações sobre o contexto de cada item exposto. A iniciativa visa, além da preservação, ao fortalecimento da identidade institucional e ao engajamento com o público.

Além disso, está em andamento o trabalho de descrição técnica e preservação do acervo fotográfico do Tribunal. No momento, conforme explica a servidora Jeanne Adler, “o trabalho consiste no levantamento das fotografias de posses na Presidência do Tribunal. E também, a descrição dos processos judiciais históricos”.

De acordo com a chefe do setor, servidora Edvânia Kátia, essas iniciativas reforçam o compromisso com a preservação da memória institucional. “Quando preservamos a história do Tribunal, garantimos que as futuras gerações conheçam o caminho percorrido, as conquistas e os desafios enfrentados pela Justiça do Trabalho no Maranhão. É um trabalho de valorização e respeito à nossa trajetória e história”, afirmou.

(Apoio na redação: Marcus Costa – estagiário do Centro de Memória e Cultura (CEMOC).

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